28.1.15

Há dias mesmo bons!

O Porto ganhou à Académica e o Torres* marcou um golo ao Barcelona. Há dias mesmo bons!

Estou encurralada...

A Dama está a dormir em cima do meu pé. Está a dormir tão ferrada que até a ouço ressonar.
Problema: estou a ficar com o pé dormente e preciso de ir à casa de banho mas não a quero acordar...quem disse que ter um cão era fácil...

PERSONAL | Raisparta

Estou chateada. Podia estar só triste ou desiludida mas estou chateada. Eu ficaria triste se tivesse reprovado com um 6 ou menos. God knows que eu ficaria um bocadinho desiludida se reprovasse com 7. Mas reprovar com 8?! Estou mais do que chateada! Reprovar com 8 é ficar a um valor e meio de passar. E eu bem sei que até cinco centésimas fazem a diferença (does september 2012 ring a bell?) mas porra: oito! Com este oito tenho um recurso dia 10. Eu sei que não fiz o melhor guião de reportagem deste mundo, claro que sei, mas aquilo não merecia um 8! Dava para mais de 10, eu sei que dava! Se não desse para passar eu nem o tinha entregado, plamordedeus! Enfim. Daqui a uns dias faço pausa nas férias. E entretanto já fui acender uma velinha para passar a Semiologia. Duas pausas num mês de férias é demasiado...

27.1.15

#masterchefcádosítio | WISHLIST: Livros de Receitas (parte 1)

Eu não sabia que a situação era tão grave até começar a organizar os livros para a wishlist de Natal (aqui). Foi aí que reparei que tinha um grande número de livros relacionados com culinária na minha wishlist literária. E fiquei assustada, meus caros, se fiquei! A minha mãe cozinha bem e os bolos que ela faz são bastante elogiados mas eu, até há uns anos, não era a melhor pessoa para cozinhar. Não era por não saber: era por não ter a mais pequena vontade de me meter com tachos, colheres de pau e afins. As coisas mudaram e cada vez mais me apetece inventar na cozinha; estou sempre a dizer à minha mãe que quero experimentar cozinhar quinhentos mil pratos diferentes. Tenho ali um separador no Chrome para guardar as receitas que vou vendo, três livros e um caderno de receitas e duas revistas do Continente à espera de companhia para mais aventuras na cozinha. E essa companhia pode ser de um destes livrinhos...ou de todos, estejam à vontade! (pedir não custa, não é?)
1 — O que faço hoje para jantar?, de Joana Roque. PVP: 17,10€;
2 — Cozinhar, celebrar e partilhar, de Joana Roque. PVP: 18€;
3 — Feito em Casa, de Joana Roque. PVP: 18€;
4 — Cantinho do Avillez, de José Avillez. PVP: 17,10€.
5 —  Queques que enchem a Alma, de Joana Maceira. PVP: 15,75€;
6 — Cozinhar sem Gastar, de Anabela Almeida. PVP: 11,10€;
7 & 8 — A minha cozinha 1 & 2, de Clara de Sousa: 19,98€ & 20,97€.

25.1.15

#PicMeProject | Memories

Voltou!!!! O Pic Me voltou!!!! Mudaram algumas coisas na estrutura interna do projeto mas voltou!!!! E, com ele, veio um novo tema e, no meu caso, um novo objeto. Não sei se ainda se recordam mas o meu objeto inicial era um cubo mágico (aqui), no entanto o cubo, que já estava a perder cores, partiu-se há uns tempos e, por isso, tive de pedir à Leonor (a nova boss do projeto) para mudar de objeto. Escolhi este colar (daqui) porque acho que é das coisas mais bonitas que tenho em casa. A clave de sol, representação óbvia de música, é mais do que um símbolo giro para andar a passear num colar. A música é algo mais do que algo para fazer barulho. E também há memórias na música. Memórias que, por acaso, é o tema desta edição do Pic Me, daí ter optado por apresentar o objeto ao mesmo tempo que publicava as fotografias da edição deste mês. Assim, welcome to my memories! (e agora lembrei-me dos Within Temptation!)

24.1.15

CLICKS | Roadtrip: Pelos Caminhos de Portugal

Na semana passada, na sexta-feira, decidiram arrancar-me de casa, fazer com que eu abandonasse dezenas e dezenas de páginas de apontamentos de matéria para os exames, e fomos, em família, passear, numa roadtrip familiar, por locais onde nunca tinha estado. Saímos de casa por volta das dez da matina e rumámos, sempre por estradas nacionais, a Norte. A primeira paragem foi em Lamego, onde nunca tinha estado. Ainda vimos o santuário mas acabámos por não descer (fomos de carro até ao ponto mais alto) as famosas escadas da Senhora dos Remédios porque decidiu começar a chover. Enfim, São Pedro, enfim! Mas fica a promessa de que, quando voltar, é para descer (subir dá mais trabalho). Depois seguimos para a Régua, onde também nunca tinha metido os pés. Parámos junto à barragem e depois almoçámos num restaurantezinho simpático, chamado "A Régua", ou algo parecido. Comi uma bruta de uma francesinha e pensei que ia rebentar. Mas não. Cheguei viva ao terceiro destino do dia! Fomos a Amarante, terra que também não conhecia, e andámos a passear lá junto ao rio Tâmega. No regresso parámos em Mesão Frio e, por fim, regressámos a casa.  Foi bom sair de casa e desanuviar do estudo e o pior do dia foi ter-me esquecido do cartão de memória da máquina fotográfica. Ainda assim, o meu telemóvel conseguiu captar umas quantas memórias fotográficas, que vos trago hoje. É uma zona bonita e achei interessante conseguir dizer, só pela paisagem, que estava ao pé do Douro. Se tiverem oportunidade visitem, a sério! Resulta em imensas fotografias bonitas e a paisagem chega a ser de cortar a respiração! E, claro, há fotografias bonitas para o Instagram! Algumas destas publiquei-as por lá, por acaso. Se ainda não me seguem por lá (não sei como é possível!) é só clicarem aqui.

A fotografia inicial foi tirada em Amarante.

23.1.15

PERSONAL | Noites Mal Dormidas


No ano passado, quando me mudei para Lisboa...oh, espera! Eu mudei-me para cá em 2013! Uau, já estamos em 2015! Adiante! Quando me mudei para Lisboa, um dos meus maiores problemas de adaptação à residência onde fiquei no primeiro ano foi o colchão. Na minha primeira noite não dormi quase nada por não gostar do colchão e na segunda noite ainda experimentei dormir na cama ao lado, que estava livre, mas a noite correu ainda pior. Com o tempo fui-me habituando ao colchão mas de vez em quando tinha dores de costas. O ano acabou e em setembro mudei-me para outro local. Nas primeiras noites também estranhei o colchão mas passou rapidinho porque o colchão até era confortável. Em dezembro mudei de casa outra vez e não demorei muito a adaptar-me ao colchão...ou então andava demasiado cansada para não dormir. Mas a verdade é que passei esta semana em Lisboa e não dormi nada bem. Não encontrava a posição certa para estar deitada, a almofada (que ando a dizer que tenho de substituir desde que vim para cá) enervava-me ainda mais do que o habitual e o resultado foi bonito: cinco noites a não dormir mais do que três horas seguidas e chegar a sexta-feira completamente de rastos (felizmente o BB Cream impede que vejam o meu estado de zombie puro).
Hoje também não vou dormir na minha cama mas, pelo menos, é uma cama mais familiar. Pode ser que consiga dormir.
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