29.9.14

Black & Yellow | Clicks


Estava a preparar este post e tive um ligeiro problema de organização e comecei a dispersar por outras paragens. Tantas paragens que acabei a usar os curtos circuitos que estão a acontecer hoje no meu cérebro — e que já me fizeram cantar D'ZRT — e deu-me para ser corajosa a triplicar. Aquela ideia bonitinha de pensar e não agir hoje varreu-se e acabei a fazer aquilo que andava a ponderar fazer há algum tempo. Outubro tem influências estranhas em mim e faz-me precisar de momentos que, de certa forma, celebram algo que marcou muito. 
Anyway, este foi o outfit de hoje. Nunca tinha usado saia para ir para a faculdade porque não me sentia confortável a fazer viagens em quatro metros, com muitas escadas nas estações, mas agora que vou a pé achei que o dia de hoje estava ideal para isto. Adoro esta saia. Foi das melhores compras que fiz e dá para usar em qualquer altura do ano. Gosto de a combinar com tops justos — como este — mas também já usei com tops e camisolas mais largas e gosto de todas as opções. Realmente, um básico dá sempre jeito no armário. Hoje conjuguei-a com uma camisa de ganga — que também adooooooro de morte — e além disso as All Stars ajudaram a tornar o look mais descontraído e prático. 

Ok, eu deixo esta tentativa de pseudo-fashion blogger e volto à minha vidinha (que envolve ler Jane Austen). Espero que gostem do look, já que as fotos não ficaram o melhor que eu conseguia.

28.9.14

Das Notícias Excelentes

A Ana vem passar um fim-de-semana a Lisboa...um fim-de-semana em que eu estarei cá.

Tumblr

27.9.14

Só porque houve amor

Decidi recuperar o meu capítulo preferido do Seja o que for o Amor. Não perguntem porquê. Mas a música que está no final da publicação soa bem com o texto...

Há mais de um ano que me habituei a aproveitar todos os nossos momentos como se fossem os últimos porque o medo de que fossem mesmo os últimos sempre foi maior do que tudo o resto. Agora, mais de um ano passado desde essa decisão, mais de dois anos desde que decidiste mudar a minha vida, mais de três meses sem receber um abraço teu, mais de duas semanas sem te ver, mais de um mês fora daqui, mais de cento e trinta páginas escritas, mais de quinhentos textos escritos - muitos que nunca viste, seguramente mais de trezentos abraços partilhados, acho que tudo faz sentido mesmo quando não tem sentido algum. 
As three words. 
As eight letters. 
Os obrigados. 
Os abraços. 
Os textos. 
O livro. 
As lágrimas. 
A dor. 
As saudades. 
Os esforços. 
Se foi para ficarmos assim, tudo valeu a pena, o esforço.

Sabes que te amo? E vou sempre amar. Que mais não seja porque foste e és das melhores pessoas e dos melhores amigos que pude ter na vida. Mesmo que haja agora centenas de quilómetros entre nós, mesmo que já não possamos dizer que é tudo igual porque passam dias sem que falemos e porque não podes ver sempre que eu estou mais em baixo para me animar. 
Mas até assim estás presente. 
Há coisas que nunca mudam. Nunca. 
Mesmo que não definamos importâncias. Não definimos importâncias e nem o podemos fazer: uma definição nunca seria completa o suficiente. É como definir amor – nunca se chega a algo certo. Mas continua a haver coisas que nunca mudam.
Porque onde houve amor não há como haver tempo perdido nem arrependimento, não há como haver falta de memórias e recordações, não há como apagar tudo. 
Só porque houve amor. 
Seja o que for o amor. 
Se é que isto foi amor.

Mais de dois anos depois aqui estou eu. Completamente rendida. [...] dois anos depois, continuo a escrever-te. Poderia ser de outra forma? Escrevo-te tanto que te escrevi um livro. Ou escrevi um livro sobre ti? Escrevi-te um livro sobre ti. 
[...] Nestas páginas escrevo-te por tudo o que já te disse e mais. Escrevo-te porque faz sentido, porque é preciso. Escrevo-te porque talvez esteja emocionalmente estragada e isto soa a cura. Escrevo-te porque o melhor a fazer para tentar dormir a esta hora é pôr no papel as palavras que penso ter de te dizer. Já te disse que quero que sejas feliz? Já? Mas digo outra vez. Quero que sejas feliz.
[...]
Escrevo-te para que nunca tenhas de estar sozinho – sempre que te sentires mais sozinho pega nestas folhas e eu estarei contigo – sempre. Para sempre. 
Escrevo-te para que recordes os nossos abraços como o melhor lugar do mundo para estarmos os dois. Escrevo-te para que te lembres que pelo menos mudaste a vida de uma pessoa – a minha. Escrevo-te para que fique claro que muito além da dor está o amor e para te libertar de qualquer culpa em relação a qualquer coisa que tenha acontecido entre nós. Escrevo-te por tudo o que disse anteriormente. Escrevo-te porque mereces ler tudo isto. 

Escrevo-te, por fim, para te dizer, talvez pela última vez, já sem força, baixinho, calmamente e como se fosse um crime confessar estas three words, eight letters. 
Amo-te. 
Ainda. 
Talvez não por muito tempo. 
Talvez para sempre.
Mas amo-te. 
Seja o que for o amor. 
Acima de tudo, que haja amor. 
Muito amor. 
E eu amo-te.
Seja o que for o amor.


Vidinha aborrecida de uma estudante de Jornalismo | Confissões


E se na semana passada tive dias de bastante alarido, esta semana foi tão aborrecidinha que até dói. É verdade. Às vezes invejo aquelas pessoas que têm sempre coisas novas e interessante para contar porque eu não sou nada assim. Nem saídas, nem passeios, nem conversas espectaculares, nem encontros de sétimo grau...nadinha. As aulas têm sido aborreciiiiidas e não me têm atraído em quase nada. É só marcar trabalhos (socorro!!!) e aquilo que mais quero fazer é dormir. Apanhei duas molhas na segunda e terça, graças às trovoadas e chuvas da hora de almoço mas não andei em nenhum lago, ao contrário de muita gente em Lisboa. A coisa mais interessante que fiz durante a semana foi terminar as duas primeiras temporadas de Happy Endings. Juro que a minha vidinha anda mesmo aborrecida. 
Sabem qual foi o ponto alto de hoje? Lavei roupa sozinha pela terceira vez na vida, sendo que a segunda vez foi ontem. Pois é, eu ando em versão dona de casa: lavei uma máquina de roupa ontem e outra hoje. Sequei a roupa de ontem e já a arrumei. Mudei os lençóis e aspirei o quarto. E até já andei a varrer a cozinha porque a dona da casa foi passar o fim-de-semana fora e deixou-me responsável pelo estaminé, de forma a que tudo funcione bem...e não é fácil quando uma das minhas colegas de casa deixa as luzes acesas por onde quer que passe e não as apaga.
Sim, eu sei. É muito assustador pensar nesta minha versão de desperate housewife. Salvem-me! Isto pode tornar-se muito grave! Mas, entretanto, tenho de ler mais umas toneladas de textos para as aulas. Definitivamente, alguém devia explicar aos professores que, lá porque as disciplinas são teóricas, não precisam de as tornar tão chatas! Aiiii, saudades das aulas de LEP e TEP...


26.9.14

A calma sucede a vertigem dos dias | Inspirations


Se acreditares com toda a força que tens, se mantiveres o foco no essencial,  se trabalhares muito, de forma determinada, aguerrida e incansável, até conseguires vislumbrar um ponto de luz, se conseguires somar sentido aos teus dias, tudo o que mais quiseres ser e fazer na tua vida acabará por se tornar uma realidade.
Precisas de te manter simples, de não perder a fé na vida, a confiança em ti mesma, a humildade na relação com os outros, a coragem diante dos teus medos, a força de vontade na dúvida, a atitude positiva nos dias cinzentos,  a gratidão, pelo que és e pelo que tens, sempre, sempre, sempre, alguma impermeabilidade e paciência para dias de chuva, e um porto seguro para onde possas sempre correr quando chegarem aqueles dias de tempestade que te façam pôr tudo em causa.
Lembra-te: a calma sucede sempre a vertigem dos dias.

25.9.14

Lisbon Report: part 2


É difícil voltar à rotina, principalmente quando as disciplinas novas não me cativam e quando o cansaço é tanto que às 23h já estou pronta para dormir. Tal como tinha dito, na sexta-feira passada fiquei em casa, sossegadinha a ler e a ver Happy Endings. Tudo óptimo. Pretendia ter levado sábado pelo mesmo caminho mas, depois de almoço, eu e a Christina (a minha colega de casa alemã) decidimos ir passear e fomos. Andámos tanto que ao final do dia já não nos aguentávamos de pé, tantas eram as dores nos pés. Descemos a Avenida da Liberdade até ao Terreiro do Paço, comemos castanhas na Rua Augusta, seguimos para a Praça do Município e subimos até ao largo Camões e daí até ao Bairro Alto. Depois fomos até ao Príncipe Real e daí voltámos a descer até à Avenida da Liberdade. Jantámos na Padaria Portuguesa dos Restauradores e fomos apanhar o metro para irmos ao cinema do Colombo ver o Num Outro Tom. Chegámos a casa perto da meia noite, completamente estoiradas. 
Domingo teria sido um bom dia para parar e actualizar o blog mas fui acabar a tarde a Belém, com o André, e cheguei cansada outra vez: foi apanhar comboio no Cais do Sodré até Belém. Andar desde a estação até ao Padrão dos Descobrimentos e depois até à Torre de Belém. Voltámos atrás, para o Mosteiro dos Jerónimos e queríamos ir comer um pastel de Belém mas aquela fila assustava qualquer um por isso ficámo-nos pelos gelados do McDonald's e, claro, o regresso à estação. Quando voltei ainda fui fazer compras para ter alguma coisa que comer e já não tinha paciência para mais.
Com aulas desde segunda-feira, não tenho feito outra vida que não aulas e casa. Tenho conhecido os novos professores e as novas disciplinas. Já me desencantei com as aulas de Inglês (em parte) e já estou cheia de trabalhos marcados mas sem preocupações (juro que ainda não houve uma aula onde não ouvisse falar de uma trabalho para fazer). Continuo estoirada. Tenho-me deitado super cedo e ainda não estou nada habituada a esta rotina. Ainda falta uma semana para voltar a casa e já estou a precisar da minha caminha e dos miminhos da minha Dama. Espero habituar-me rápido a esta rotina porque preciso disso para começar a incluir outras coisas no meu dia-a-dia mas não posso andar assim cansada. Felizmente, para mim, o fim-de-semana começa à quinta-feira.

24.9.14

Lisboa 1.0: Miradouro de São Pedro de Alcântara | P'ra me perder


Há algum tempo que tinha dito que iria surgir uma nova rubrica no blog e, embora tenha demorado, aqui está ela. 
A ideia é ir mostrando os sítios giros por onde vou passando e por onde quero passar: uma espécie de livro de viagens. Pretendia começar com Trancoso mas acabei por não ter tempo para fazer o roteiro que queria e fotografar por isso decidi-me por Lisboa. Desta vez, decidi trazer-vos a Rua São Pedro de Alcântara, em Lisboa (muito perto do Bairro Alto), onde há um miradouro com uma vista magnífica sobre a cidade. Espero que gostem.
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