21.7.14

Lisboa.

Ou sou eu que sou demasiado persistente e insistente ou, então, são os outros que desistem demasiado facilmente mas, a meu ver, quando se quer algo luta-se por isso. Mesmo que exista uma contrariedade que nos impede de atingir aquilo que queremos à primeira, tenta-se outra vez. E outra, se for preciso. Em 2012 não entrei em Lisboa. Em nenhuma das duas fases. Mas era só Lisboa que eu queria e lutei por isso. Não conseguiria desistir de Lisboa e ficar bem comigo. Não conseguia. O destino somos nós quem o faz e eu quis que o meu destino me levasse a Lisboa. E nem podia ser de outra forma! Não conseguiria ser feliz como sou na capital se estivesse em qualquer outro lugar. Porque sei que pertenço ali e vou pertencer durante pelo menos mais dois anos. Ou, quem sabe, até ao resto dos dias.

E amanhã vou até lá! :)

20.7.14

Um ano de Teremos Sempre Londres!

Vê-se que um ano passa rápido e que num ano muita coisa pode mudar. Como? Há um ano estava muito sol e calor. E eu estava uma pilha de nervos. Não parava quieta, falava a correr e nem o alto dos quase dez centímetros das sandálias me fazia sossegar. Há um ano falei para mais de cem pessoas no auditório lindo do Convento dos Frades. Nunca tinha falado para tanta gente e, se voltar a falar, será quando apresentar algo tipo a tese de mestrado ou a de doutoramento - se é que a farei. Nunca tinha falado para tanta gente, tal como nunca tanta gente me tinha dado parabéns e, claro, nunca tinha dado autógrafos. Naquele dia estiveram lá todos aqueles de cuja presença eu precisava: esteve a André, a Sara, o Paulo, o Martim, os professores mais fantásticos da Secundária e - mais do que óbvio - a minha mãe. Há um ano recebi um abração daqueles só para acalmar, fiz piadas nas dedicatórias que escrevi a algumas pessoas (como no caso da que fiz ao meu instrutor de condução), recebi palavras incríveis de muitas pessoas (as do Martim ainda sei quase de cor) e fui feliz. Há um ano achava que estava a começar a viver o sonho. Agora sei que comecei a viver o trabalho. Já veio outro livro entretanto mas o Teremos Sempre Londres é o meu filho primogénito e será sempre um bocado grande de orgulho. 

Neste ano que passou deixei de falar à pressa, deixei de me enervar com apresentações, aprendi a parar. Neste ano escrevi muito em metade dele, passei a escrever menos na outra metade mas aprendi a escrever melhor (obrigada, TEP e LEP!). Já houve um segundo livro...se haverá terceiro? Não sei. Se calhar sim, se calhar não. Quem sabe? Mas agora sei que sobrevivo a apresentações sem ter um quase meltdown. E sei que quem não marca presença e quer marcar o demonstra (mais uma vez, o Martim. Não pôde ir à do Seja o que for o Amor mas fez questão de me avisar e importou-se em saber como tinha corrido). Venha o que vier, venha quem vier...estou mais do que pronta. Seja como for...Teremos sempre Londres.

Para verem ou reverem as fotografias do lançamento do Teremos Sempre Londres podem fazê-lo aqui!

17.7.14

Desabafo das 23h23


Hoje não foi um dia fácil e, para tentar contrariar isso, passei a tarde agarrada a apontamentos, canetas, folhas e ao mp3, enquanto estudava para o exame de quarta-feira. Agora devia estar a fazer o mesmo ou algo semelhante mas esta dor de costas não o permite. Acho que me vou meter na minha caminha a ler mais umas páginas do Prometo Falhar. Ando cansada e não é só do estudo. Sempre soube que isto ia chegar a este ponto mas não pensei que fosse tão depressa. Estou tão farta de que tudo gire à volta do mesmo. Nota-se que estou cansada. Duas noites mal dormidas têm sempre consequências. Duas noites mal dormidas e coisas menos boas a acontecerem em casa têm sempre  muitas mais consequências.

The Hangover Marathon | Movies

A minha watchlist perdeu três filmes na semana passada, depois de eu decidir fazer uma maratona de The Hangover! É certo que já tinha visto o primeiro e segundo filmes mas é sempre bom ver o Bradley Cooper e, assim como quem não quer a coisa, decidi rever os dois primeiros filmes e terminar a saga com o terceiro e derradeiro filme desta saga.


Título Original: The Hangover
Título em Português: A Ressaca
Ano(s): 2009, 2011, 2013.
Realizador: Todd Philips
Elenco: Bradley Cooper, Ed Helms, Justin Bartha, Zach Galifianakis
Nota(s) IMDB: 7,8/10; 6,5/10; 5,9/10

15.7.14

Isto é que me dava mesmo jeito! | Power Bank

Desde que comprei um telemóvel com sistema operativo Android que a minha vida com o telemóvel gira à volta de aplicações, principalmente do Instagram e do Facebook Messenger. Mas, claro, a bateria do telemóvel é chatinha e decide sempre terminar quando eu mais preciso dela e isso é deveras irritante. Ora bem: isto de a bateria acabar assim do nada pode estar a acabar porque os carregadores portáteis - também conhecidos por Power Banks - estão no mercado a preços bastante mais baixos do que o habitual. 
E o que é um Power Bank, perguntam vocês. O Power Bank é uma bateria externa do telemóvel que permite carregar o telemóvel quando não há uma tomada por perto. Imaginem o seguinte: estão num concerto, todos felizes a tirar fotografias com o vosso telemóvel e de repente o dito decide morrer-vos nas mãos, com falta de bateria. É triste, perdem momentos incríveis para fotografar, não podem enviar mensagens aos amigos a dizer o quanto o concerto foi giro até chegarem a casa...bem, com o Power Bank isso não acontece! Basta ligarem o telemóvel lá e aquilo carrega o telemóvel! E não, não existem só com preços acima de 40€! Descobri umas incríveis a 19,90€! Mãããããããeeeeeee, olha isto tão giro e que eu quero tanto!


14.7.14

Amor é uma palavra muito forte. | Confissões #246

Ouvi esta frase há mais de dois anos. Por acaso, no contexto em que foi dita, sei que ele tinha razão quando a disse. Na verdade, amor era uma palavra muito forte para ser dita naquele contexto. Mas eu disse-a na mesma. Se me arrependo? Arrependo. Hoje sei que aquilo não era amor. Talvez por isso, logo de seguida, quando disse amo-te e sentia mesmo que era verdade, custou-me muito. Não me arrependo de nenhuma vez que usei amor com a única pessoa que sei que amei mesmo. Mas agora não é amor. Não sei o que é. Mas não é nem pode ser. Amor é uma palavra muito forte. Tenho medo dela. 
Mas e se gostar? E se gostar mesmo dele? A força disso pode ainda ser maior. Estou tramada.

12.7.14

Here isn't where I wanna be | Confissões #245

O ano já vai a mais de meio e eu já me arrependo de tanta coisa. De ter perdido Linkin Park e Arctic Monkeys; de não ter estudado tanto como devia; de não ter escrito quase nada; de continuar a ter medo e, por isso, de não conseguir dizer tudo o que devia dizer. Mas, a juntar ao grande arrependimento que é não ter visto Linkin Park nem Arctic Monkeys, arrependo-me muito de continuar a acreditar em pessoas que só me deixam na mão. Cada vez tenho menos vontade de estar cá. Aqui parece que todos gostam de me fazer sentir assim. E eu não percebo porquê. Mas estou cansada de falsos níveis de amizade.

my ed.